Os Descendentes de Merlin

SAGA DE FANTASIA HISTÓRICA

A História que conhecemos, as lendas de que ouvimos falar… Tudo está ligado!

Coleção: Os Descendentes de Merlin

A História que conhecemos, as lendas de que ouvimos falar… Tudo está ligado!

Uma obra de fantasia que, a par de uma componente de ação e aventura atual, nos apresenta personagens e episódios do passado, que fazem parte da nossa História.

Fantasia histórica, destinada a jovens e a adultos,

Vol. I – Os guardiães dos manuscritos mágicos – 2013
Vol. II – A dama do lago – 2014
Vol. III – Heróis do mar – 2015
Vol. IV – A lenda do conde Drácula – 2016
Vol. V – O tesouro maldito dos Nibelungos – 2017

Coleção: Os Descendentes de Merlin

Uma história fantástica contada por um jovem, na primeira pessoa:

Foi no Verão, numa aldeia em que nada acontecia, que tudo começou…

Foi aí que eu conheci o maior mago de todos os tempos, Merlin, descobri a sua verdadeira missão em Camelot e o legado único que passou ao “sangue do seu sangue”, aos seus 12 filhos e aos filhos desses filhos que se lhes seguiram. Um legado mágico, valioso, que atraiu a cobiça de um inimigo cruel, o Adamastor, e que transformou os seus guardiães em alvos de uma perseguição feroz, que ainda se mantem.

Foi aí que soube que os descendentes de Merlin tiveram ao seu lado os Templários, numa aliança que levou ao nascimento de uma pequena nação, Portugal, e marcou o curso da sua História. Mais tarde, com a perda destes aliados, foram os maçons que avançaram na proteção da causa… e hoje também eu e os meus irmãos fazemos parte desse grande todo.

(In Os Guardiães dos manuscritos mágicos).

A partir daí, a nossa vida deixou de ser “normal”. Passámos a ser fiéis, jurámos proteger a causa merliana, e foi no cumprimento dessa promessa que, no Verão seguinte, invadi um monumento, desrespeitei regras, fui parar ao hospital, aprendi a conduzir, quase levei um tiro, cantei em público e pensei que nunca mais veria as pessoas de quem mais gosto…

Mas nem tudo foi duro nessa missão: ter oportunidade de descobrir segredos do passado foi espetacular; conhecer a verdade sobre, Artur, Lancelot, Guinevere e a mais bela história de amor de Camelot foi muito especial; e saber que um dia poderei ter a mesma sorte… também não foi mau.

(In A dama do lago)

Doze meses depois, numa simbólica 6.ª feira 13, numa operação concertada por toda a Europa, as casas dos descendentes de Merlin foram invadidas pelo Adamastor.

Os guardiães e fiéis que conseguiram escapar dirigiram-se então para locais de encontro, para reagrupar e definir uma nova estratégia. Um dos locais escolhidos foi Coimbra e foi numa tarde em que os meus irmãos e eu visitávamos a Lina que eles começaram a chegar.

Entretanto, de Amsterdão, chega-nos um pedido de ajuda, é necessário recuperar um manuscrito para salvar outras vidas.

O Adamastor está em todo o lado. Como poderíamos nós, apenas quatro jovens, fazer frente a um inimigo tão poderoso?

Heróis do passado, do tempo em que os portugueses dominavam os mares, mostram o caminho, inspiram-nos e dão-nos a resposta.

(In Heróis do Mar)

E é então que uma mesma mensagem é enviada para mim, para a Dália, para o Rodrigo e para a Lina, estão a precisar de nós nas terras da Roménia, na floresta da Transilvânia.

E eu, que sempre acreditei que vampiros não passavam de folclore popular, de histórias criadas para meter medo às crianças, dou por mim a temer a chegada da noite na densa floresta junto aos montes Cárpatos.

Um diário antigo, de um fiel como nós que ousou partir à descoberta, mostra-nos que outros já partilharam as dúvidas que agora nos atormentam, e garante-nos que os perigos que ali espreitam são reais.

No presente, como no passado, a procura vai conduzir à descoberta da verdade que se oculta por detrás de uma lenda que continua viva, século após século: a lenda de Draculea, o filho do Dragão.

(In A lenda do conde Drácula)

Quando a ameaça do Adamastor parecia controlada, chega a terrível notícia: o líder inimigo sabe quem somos e está decidido a acabar connosco, os quatro jovens que provocaram o seu declínio.

Enquanto nos esforçamos por escapar de alguém que adivinha os nossos passos e as nossas reações, a Lina, os meus irmãos e eu descobrimos uma história surpreendente, que envolve um tesouro antigo, uma mulher ambiciosa, uma criança superdotada de poderes mágicos, e um conjunto de impressionantes tentativas para atravessar o Muro que separou uma cidade… e uma família merliana 

(In O tesouro maldito dos Nibelungos).

São estas as aventuras que vos trago, mas, não se iludam, apesar de na altura não passarmos de uns putos, estes relatos não são para crianças, os perigos que enfrentámos foram reais, e se agora me atrevo a falar neles é porque muita coisa já mudou e eu próprio já cresci.

Imprevisível 🙂 Aconselho a sua leitura (Tânia A. Oliveira – comentando Os Guardiães dos Manuscritos Mágicos)

Eu li o livro em 1 dia, é um dos livros que mais gosto. (Ricardo Alfaiate/jock, comentando A Dama do Lago)

Tive dificuldades em parar de o ler, de tanta curiosidade! É um livro fascinante! (Vasco Moreira – comentando A lenda do Conde Drácula)

Adoro esta coleção e, apesar de ainda não ter tido uma vida muito longa, acredito que esta foi uma das melhores coleções que já li…e leio muito!!! (André Vieira)

Para mim os seus livros são como os chocolates, mas só que mais saudáveis (Rodrigo Santos 25 anos – Açores).

Construída no estilo das clássicas aventuras dos cinco de Enid Blyton (A. Graça)

Gostava de dizer que adoro a coleção “Os Descendentes De Merlin”, é fabulosa!!! (Eduarda)

Não acabe já com esta coleção pois ainda não me queria despedir da Lina, do Luís, da Dália, do Rodrigo, da mãe da Lina e de todas as outras personagens, mas principalmente da Lina pois sempre que estava em momentos difíceis foi nela que pensei e nas decisões que ela teve de tomar (Rita – Escola Medas – 13 anos) 

Mais uma aventura emocionante. – Mais uma vez a autora consegue através de uma criatividade bem documentada na história, levar-nos numa aventura emocionante e contagiante. Fico ansiosa por novo livro com mais uma aventura! (Telma – comentando O tesouro maldito dos Nibelungos)

A magia existe e transmite-se pelo sangue, de pais para filhos, ao longo de gerações

Os guardiães dos manuscritos mágicos

de Rita Vilela
 
Vol. I – Coleção:  Os Descendentes de Merlin   
  • ISBN: 9789897241055
  • Edição ou reimpressão: 2017
  • Editor: Clube do Autor
  • Idioma: Português
  • Páginas: 360

Merlin, o mago mais poderoso de todos os tempos, teve doze filhos a quem ensinou o segredo de congelar o passado em relatos escritos. De geração em geração, os seus descendentes, apoiados por colaboradores dedicados, os fiéis, zelaram pela preservação dessas relíquias, e enriqueceram o precioso espólio com novos relatos, para que o passado pudesse voltar a ser vivido, para que a História não se perdesse.

Mas um inimigo feroz cobiça esses tesouros e está disposto a tudo para os conseguir. Os descendentes de Merlin e o seu legado mágico correm perigo.

Luís, Rodrigo e Dália são três irmãos que um dia, na casa da avó, conhecem Marcelina, uma rapariga cuja ligação ao famoso mago será em breve revelada.

Serão eles capazes de dizer sim à aventura e abraçar a defesa desta causa, tal como, antes deles, o fizeram Templários e maçons?

Os guardiães dos manuscritos mágicos

 

Muitas são as lendas, mas só há uma verdade.

Foi nesse verão que descobri quatro coisas:

  • Tudo aquilo que sabia sobre Merlin, rei Artur, Távola Redonda, Dama do Lago, não se passou exatamente como aparece nos livros;
  • A magia existe, pode ser usada para criar textos mágicos, e transmite-se pelo sangue, de pais para filhos, ao longo de gerações;
  • Há uma linha que liga Templários, História de Portugal, Inquisição, maçons… Uma linha que começa com Merlin, o mago, e que chega aos dias de hoje, uma linha da qual os meus irmãos e eu passámos a fazer parte;
  • A coragem é uma qualidade que todos possuímos, e, quando é mesmo necessária, ela aparece.

Sim, eu sei, não é fácil de entender,
mas, se abrirem o livro, eu consigo explicar…

Ler os primeiros capítulos 

 

Excerto

A Lina endireitou as costas, fez uma voz solene e começou a falar, como quem recita um texto decorado:
Desde que o ser humano aprendeu a escrever, que existiram homens e mulheres a quem foi atribuída a tarefa de registar os acontecimentos mais marcantes da história da humanidade, para que o tempo não destruísse a memória do que se passara. Escribas, apóstolos, trovadores, sábios, escritores, repórteres… são apenas alguns dos nomes por que esses heróis ficaram conhecidos.
Mas o que pouca gente sabe é que existiu uma linhagem desses eleitos que foi mais longe do que registar por palavras o que se passou, e arranjou uma forma única de preservar os acontecimentos para a posteridade, uma técnica que permitia que eles pudessem, não só ser lembrados, mas revividos.
O patriarca dessa linhagem, o primeiro dos verdadeiros guardiães da História, foi um mago poderoso, o mais poderoso de todos os tempos, a quem o seu pai deu o nome de Merlin.
Nessa altura, a Dália interrompeu.
– Eu já ouvi falar no Merlin. Está ligado ao rei Artur e à Távola Redonda, não é?
– Normalmente quando se fala dele tem a ver com isso, sim. Só que quem acompanhou Artur nem sempre foi o verdadeiro Merlin. No início, foi, depois deixou de ser… embora nos momentos importantes ele estivesse sempre presente. Na realidade, quem trabalhou mais tempo junto de Artur foi um outro mago, um mago substituto bastante talentoso, mas que possuía outro nome de batismo.
– Outro nome? Que história é essa? Como é que tu sabes, Lina? – duvidou o Rodrigo, que, desde pequeno, era tão vidrado nas histórias do rei Artur, e gostava tanto de se imaginar como cavaleiro de Camelot, que houve um Natal em que toda a gente teve a mesma ideia e ele recebeu de presente cinco espadas “Excalibur” exatamente iguais.
– A minha família está ligada aos descendentes da única filha do verdadeiro Merlin – explicou a Lina. – E é por isso que sei que o Merlin desistiu da fama, glória e riqueza que conquistara ao colocar a sua magia ao serviço de Camelot, e pediu a um amigo que ocupasse o seu lugar, fazendo-se passar por ele.

 

Quem pensa que a história de Camelot se resume a um rei e aos seus cavaleiros, deveria conhecer mais sobre a vida da rainha

A dama do lago

de Rita Vilela
 
Vol. II – Coleção:  Os Descendentes de Merlin
  • ISBN: 9789897241659
  • Edição ou reimpressão: 2017
  • Editor: Clube do Autor
  • Idioma: Português
  • Páginas: 368

O que farias se tivesses de escolher entre sacrificar aquilo que mais prezas ou lutar por uma causa maior?

Duas jovens, separadas no tempo, são confrontadas com escolhas difíceis.

Em Camelot, Guinevere, uma rainha com um segredo que pode destruir o rei, terá de decidir entre a sua felicidade e o futuro do reino.

Muitos séculos depois, Lina, uma descendente da única filha de Merlin, o mago, terá de optar entre salvar uma vida que lhe é querida ou entregar nas mãos do inimigo um dos relatos mágicos que jurou proteger.

Mas, para aceder a esse legado, Lina terá primeiro de encontrar o local onde foi escondido, junto ao tesouro perdido dos templários, que se julga guardado “entre outros tesouros, à vista de todos os que buscam mais“.

A seu lado, nesta aventura, estarão os seus três fiéis, Dália, Rodrigo e Luís, que já decidiram: estão dispostos a arriscar tudo para a apoiar e proteger.

A dama do lago

Muitas são as lendas, mas só há uma verdade.

Foi nesse verão que descobri quatro coisas:

  • Quem pensa que a história de Camelot se resume a um rei e aos seus cavaleiros, deveria conhecer mais sobre a vida da rainha;
  • O tesouro templário, que se pensava perdido, encontra-se guardado, entre outros tesouros, ao alcance daqueles que buscam mais;
  • Adamastor, o maior inimigo dos descendentes de Merlin, não conhece limites para atingir o que quer;
  • Há escolhas bem difíceis, e não são só os adultos que têm de as fazer.

Sim, eu sei, não é fácil de entender,
mas, se abrirem o livro, eu consigo explicar…

primeiros capítulos

Excerto

Os pulmões de Guinevere gritavam por oxigénio. Usando as suas últimas forças, ela ainda mordeu o seu agressor, mas ele não cedeu. Se conseguisse alcançar a superfície e respirar, talvez fosse possível escapar-lhe, afinal o inimigo, embora maior e mais forte, era também mais lento e não conhecia o lago como ela.
Mas a verdade é que não foi capaz de chegar à superfície, o peso dele era muito superior, manteve-a no fundo, e a água que tinha na boca não tardou a invadir-lhe os pulmões. Debateu-se um pouco mais até perder a consciência.

Existe uma boa razão para no hino português se falar em “heróis do mar” e em “nação valente”

Heróis do Mar

de Rita Vilela
 
Vol. III – Coleção:  Os Descendentes de Merlin   
  • ISBN: 9789897242649
  • Edição ou reimpressão: 2017
  • Editor: Clube do Autor
  • Idioma: Português
  • Páginas: 360

Como reagirias se, estando longe da tua terra, tivesses de enfrentar um inimigo muito mais poderoso e numeroso do que tu? Baixarias os braços? Regressarias a casa? Pensarias em formas de seguir em frente?

Nas Índias, homens que riscaram a palavra impossível do seu vocabulário, lutam para vencer os desafios gigantescos que lhes são colocados, construindo um império para Portugal.

500 anos depois, em Coimbra e Amsterdão, a Lina e seus três fiéis, Dália, Rodrigo e Luís, enfrentam o mais poderoso dos inimigos, para proteger a linhagem de guardiães da História.

No passado, tal como no presente, os sentimentos interferem com a razão, os Homens lutam pelo controlo das suas emoções, perseguem o amor e a felicidade.

Heróis do Mar

 

Muitas são as lendas, mas só há uma verdade.

Foi nesse verão que descobri quatro coisas:

  • Existe uma boa razão para no hino português se falar em “heróis do mar” e em “nação valente”;
  • A morte de um diabo deu origem à mais impressionante de todas as vitórias alcançada pelos portugueses;
  • A capacidade de concretizar impossíveis existe em cada um de nós;
  • Amar e ser correspondido é a melhor coisa do mundo.

Sim, eu sei, não é fácil de entender,
mas, se abrirem o livro, eu consigo explicar…

primeiros capítulos

Excerto

Fechei os olhos, respirei fundo e uma ideia começou a surgir. Era uma ideia louca, ousada, quase suicida, a probabilidade de resultar era minúscula, as possibilidades de acabar morto eram elevadas. Mas agarrei-me àquela ideia por um único motivo: não tinha mais nenhuma.
Fiz figas, eu só esperava que o meu plano pudesse funcionar como no passado, com poucos a vencerem muitos, com os pequenos a vencerem os grandes.
 Saí dali a correr, entrei numa loja de brinquedos onde gastei até ao último cêntimo que trouxera, e mesmo assim só consegui trazer tudo porque o dono me fez um desconto.
Agarrei no saco com as compras, pedi para ir à casa de banho e saí de lá já preparado para ir ao encontro do inimigo.
Caminhei o trajeto que me separava do prédio onde se encontrava a minha guardiã com a sensação de caminhar na direção de um pelotão de fuzilamento…

Enquanto avançava recordei mais uma carta do mestre João que a mãe da Lina partilhara connosco.


Caro companheiro de salva-vidas

Muitos se interrogam sobre o segredo do império português nas Índias, os ingredientes que nos têm permitido impor a nossa vontade numa região tão vasta, defendida por tropas tão numerosas. (…) Mas o que faz mesmo a diferença, o verdadeiro segredo do nosso sucesso, é mesmo a coragem e determinação dos homens.

Não existe um teaser específico para esta obra. Espreite aqui o teaser da coleção

A verdadeira história do Conde Drácula, depois de explicada, até faz sentido

A lenda do conde Drácula

de Rita Vilela
 
Vol. IV – Coleção:  Os Descendentes de Merlin   
  • ISBN: 9789897243219
  • Edição ou reimpressão: 2016
  • Editor: Clube do Autor
  • Idioma: Português
  • Páginas: 384

No final do século XIX, um fiel à causa merliana abraça o desafio: descobrir a verdade por trás de uma lenda que fala de um homem que tinha nascido há mais de 450 anos, que já morrera e que ressuscitara, que se dizia ser imortal. Também circulava o rumor de que teria uma força sobre-humana, que se alimentaria de sangue, que aqueles que se aproximaram do seu território acabavam por sofrer mortes horríveis.

Nos dias de hoje, a Lina e os seus três fiéis, Dália, Rodrigo e Luís, enfrentarão o mesmo desafio.

Antes, como agora, muitas são as surpresas que estão reservadas àqueles que invadem as terras do Conde Drácula em busca de respostas.

Há um aviso centenário gravado numa pedra à beira do caminho: “Todo aquele que procura acaba por encontrar!” e acrescenta um pouco mais abaixo “Tem a certeza de que quer seguir em frente?”

A lenda do conde Drácula

 

Muitas são as lendas, mas só há uma verdade.

Foi nesse verão que descobri quatro coisas:

  • Há segredos que podem durar séculos sem serem descobertos;
  • A verdadeira história do Conde Drácula, depois de explicada, até faz sentido;
  • O medo é algo que adormece a razão e faz-nos acreditar em histórias improváveis;
  • Qualquer pessoa, mesmo sem ter magia, pode fazer a diferença.

Sim, eu sei, não é fácil de entender,
mas, se abrirem o livro, eu consigo explicar…

primeiros capítulos

Excerto

Foi na estalagem dos quatro caminhos que a minha curiosidade foi desperta por uma história que dizia que, no limite entre os reinos da Valáquia e da Transilvânia, havia um homem que tinha mais de 450 anos. Constava que já morrera e que ressuscitara, dizia-se que era imortal. Também circulavam rumores de que teria uma força sobre-humana, que se alimentaria de sangue, que aqueles que se aproximavam do seu território acabavam por sofrer mortes horríveis.
Eu sabia que a magia existia, mas o que me fora transmitido pelo meu mentor era que nem Merlin, o mais dotado dos magos, conseguira vencer a morte, e para viver 450 anos era preciso vencê-la muitas vezes.
Então, se não se tratava imortalidade, tinha de haver outra explicação para o surgimento daquela lenda… e eu estava disposto a descobri-la.

A lenda medieval, que serviu de inspiração ao Senhor dos Anéis, está na origem do nascimento do mais cruel dos inimigos merlianos

O tesouro maldito dos Nibelungos

de Rita Vilela
 
Vol. V – Coleção:  Os Descendentes de Merlin   
  • ISBN: 9789897243905
  • Edição ou reimpressão: 2017
  • Editor: Clube do Autor
  • Idioma: Português
  • Páginas: 368

Como reagirias se, de um dia para o outro, construíssem uma barreira a meio da tua cidade, que te impedisse de atravessar a rua, que barrasse o acesso à tua escola e te separasse dos teus pais e irmãos?

Na Alemanha do século passado, um rapaz luta para reunir a família, separada numa noite em que ele ignorou as indicações para chegar cedo a casa.

Na mesma altura, fruto da obsessão de uma jovem pela descoberta de um tesouro antigo, é concebida uma criança invulgarmente poderosa que ficará conhecida como o Demónio, e marcará da pior forma a vida dos descendentes merlianos.

Mais de 50 anos depois, em Lisboa e nos Açores, a Lina e seus três fiéis, Dália, Rodrigo e Luís, arriscam tudo para proteger do Demónio aqueles de quem mais gostam, enquanto descobrem a verdade por detrás de um mistério que tem apaixonado gerações.

No passado, como no presente, os desafios e os perigos sucedem-se, o confronto com o inimigo leva os jovens até ao seu limite… Mas o que está em jogo é importante demais para poderem dar-se ao luxo de desistir.

O tesouro maldito dos Nibelungos

Muitas são as lendas, mas só há uma verdade.

Foi nesse inverno que descobri cinco coisas:

  • Possuidores de magia foram proibidos de conceber crianças entre si, para evitar o nascimento de magos demasiado poderosos;
  • A lenda medieval, que serviu de inspiração ao Senhor dos Anéis está na origem do nascimento do mais cruel dos inimigos merlianos;
  • Existiu um bom motivo para a construção de um poço que há mais de 200 anos desafia caçadores de tesouros e amantes de mistérios;
  • A criação de um muro, que dividiu uma cidade, motivou atos de grande coragem e grande ousadia;
  • Por maiores que sejam os obstáculos, enquanto não desistirmos, nada está realmente perdido.

Sim, eu sei, não é fácil de entender,
mas, se abrirem o livro, eu consigo explicar…

primeiros capítulos

Excerto

– Vejo tudo escuro – afirmou ela, abrindo os olhos. – Tudo escuro.

– Então fecha-os de novo e vê para além da escuridão… antes da escuridão… bem antes da escuridão… onde a história começa – incentivou.

A Lina ficou com ar concentrado, de sobrolho franzido, percebia-se que estava tensa. Mas, no instante seguinte, a expressão mudou. Durante uns três minutos os seus olhos mexeram-se por baixo das pálpebras, num movimento semelhante àquele que fazemos quando sonhamos. Depois olhou para nós e partilhou o que viu.

A primeira imagem foi o flash de um rio e, mergulhado nas águas, um tesouro imenso: arcas e arcas cheias de ouro e joias. Depois carroças, uma fila interminável delas, escoltadas por cavaleiros com mantos brancos. E foi a vez de barcos antigos, uma viagem de barco que levava a uma ilha em forma de animal, um elefante, ou rinoceronte ou mesmo um cão: um corpo grande ligado a uma cabeça com uma espécie de chifre ou focinho.

 

Os Heróis de Andósia

SAGA DE FANTASIA - AVENTURA

Às vezes os heróis estão onde menos esperamos.

Coleção: Os Heróis de Andósia

Fantasia e aventura destinada a jovens e a adultos

Trilogia de literatura fantástica, cujo primeiro livro foi publicado em fevereiro de 2018.

Vol. I – Laços de sangue
Vol. II – Publicação prevista para 2018

Coleção: Os Heróis de Andósia

 Original e cativante, todos os fãs de aventuras vão adorar! 

Uma história cativante onde, para além da componente de fantasia e aventura (em que uma adolescente é chamada para ajudar a salvar um mundo paralelo, ao qual se encontra ligada por laços familiares que desconhece), pretende sensibilizar de uma forma subtil para a questão dos preconceitos.

“Adorei o livro. Fiquei apaixonada pela história. Está excelente Rita, muitos parabéns! Adorei de todo o coração! Senti-me um pouco triste quando cheguei ao fim… Queria ler mais. Gostei mesmo muito, muito do livro. A ideia de existir um “mundo paralelo” ao adormecermos, para o qual nos deslocamos… fascinou-me! Sei que não é bem assim, que nem todas as pessoas viajam para Andósia, mas agradou-me imenso absorver a ideia de que vivemos uma outra vida ao adormecer.

Adorei a passagem “Mal tinha regressado do meu pesadelo, o telemóvel tocou. Pressionada pelo toque que ia subindo de volume, levantei-me às pressas para o atender, tropecei na mochila onde o tinha guardado e amparei-me à mesa-de-cabeceira, derrubando o candeeiro, que caiu com estrondo.”, fartei-me de rir quando a Sofia se comparou a um cão sentindo-se “profundamente infeliz”, e também não pude deixar de achar engraçado quando a Francisca se meteu com a Sofia por ela não tratar Alabit como “príncipe” e, logo na página seguinte, iniciar-se o capítulo “Alabit e eu”.

Na minha opinião a história está excelente, sinto-me super lisonjeada por ter tido a oportunidade maravilhosa de ler um livro como este em primeira-mão e que fará muito sucesso com toda a certeza!” (Maria Ramos – 15 anos – após ler o manuscrito do livro)

***

Tudo começa com o sonho recorrente de estar a cair no vazio e, por mais perturbador que isso lhe possa parecer, Sofia não dá grande importância ao assunto. Mas quando o sonho tem consequências físicas e Sofia acorda numa cama partida, a situação começa a revelar-se mais séria. Com a ajuda dos amigos, tenta procurar explicações para o inexplicável – e eis que, por puro acaso, descobre que, quando esses sonhos se manifestam, Sofia está a ajudar na batalha pelo futuro de um outro mundo. Andósia precisa da sua ajuda para travar o tenebroso Cárpeto e é para isso que servem as suas estranhas viagens: contribuindo com energia e com a sua força em combate, Sofia luta para proteger Andósia. Só que o mundo onde vive quando está acordada continua à sua espera – e há coisas que começam a ser difíceis de explicar.
Nitidamente pensado para um público jovem e com um registo simples que se adequa na perfeição aos leitores a quem se destina, este é um livro onde a aventura e a acção são os elementos centrais. Há coisas estranhas a acontecer, perigos a enfrentar, explicações difíceis, à partida, de assimilar, e tudo avança a um ritmo intenso e rápido. Ora, isto tem vantagens e inconvenientes, sendo que o principal inconveniente será o de que, para quem estiver habituado a histórias mais complexas, ficará a sensação de que há partes da história que se resolvem com demasiada facilidade.
Perde-se, pois, um pouco devido à simplicidade, já que há momentos e explicações que, de uma perspectiva realista, talvez devessem ter consequências mais graves. Ainda assim, o resto da história compensa amplamente estes aspectos menos conseguidos. A relação entre as personagens – e principalmente a dos três amigos – é algo de bastante marcante, pois é o tipo de amizade que sobrevive a toda a estranheza. Andósia e a sua casa real têm também muito de fascinante para descobrir. E, ao longo do enredo, há uma série de aprendizagens que transmitem uma mensagem muito positiva: de amizade, de compreensão, de coragem e de combate aos preconceitos.
É também uma leitura muito agradável, com o seu estilo directo e o equilíbrio entre tensão e humor. Os amigos de Sofia são particularmente cativantes, pois acrescentam leveza até aos momentos mais perigosos. E, se há coisas que talvez devessem ter sido mais difíceis… bem, também é verdade que a maior parte da história se desenrola num mundo mágico. E com magia tudo é possível, certo?
A impressão que fica é, portanto, a de uma leitura leve e cativante, direccionada principalmente para os mais novos, mas capaz, ainda assim, de proporcionar uma boa aventura a leitores de todas as idades. Leve, simples e bastante interessante, uma boa história. (Carla Ribeiro – blog “As leituras do Corvo”)

Um pesadelo que se repete e uma cama partida são o ponto de partida para uma grande aventura.

Laços de sangue

de Rita Vilela
 
Vol. I – Coleção:  Os Heróis de Andósia   
  • ISBN: 9789897770302
  • Edição ou reimpressão: 2018
  • Editor: Planeta
  • Idioma: Português
  • Páginas: 240

Laços de sangue

Já alguma vez te aconteceu acordar com a sensação de estar a cair, a cair desamparado no vazio?

À Sofia aconteceu pela primeira vez na véspera do 15º aniversário, e na noite seguinte, e na outra, e na outra….

Esse estranho pesadelo e uma cama partida são o ponto de partida para uma aventura emocionante, muito além de tudo o que ela poderia imaginar.

O que acontece à Sofia, depois de adormecer? Como poderão os seus melhores amigos ajudá-la?

Lê o livro e atreve-te a descobrir os Heróis de Andósia que habitam ao teu lado.

Os escolhidos andam entre nós!

primeiros capítulos

Excerto

– Eu continuo a achar que ires lá acima para te sentares numa cadeira de dentista, com as mãos numa bola, é fraquinho como aventura. Só tem piada a primeira vez…

– Parvo! – a Francisca estendeu a mão direita, dando-lhe uma palmada no braço.

Eu ergui-me ligeiramente, de forma a sentar-me na cama, olhei o Luís nos olhos e disse, em tom misterioso:

– E se eu te dissesse que o que te contei é apenas o começo? Que a ajuda que eles esperam dos humanos não se limita a isso? E se eu te dissesse que, além de defender o reino energizando o escudo, existem outros tipos de missões, missões de ataque, missões que implicam a necessidade de sair da cúpula protetora para combater o inimigo no território dele.

Agora estávamos os três sentados sobre a cama. Eles tinham a boca ligeiramente aberta de espanto, o que lhes dava um aspeto de totós, e absorviam deslumbrados tudo o que eu contava. Gozei a sensação, por uns instantes, antes de o Luís se começar a armar em espertinho.

– Com superpoderes, também eu fazia o mesmo! – provocou ele.

– É verdade, eu não vos cheguei a explicar… Lá em cima não temos superpoderes.

– Mas tu disseste que conseguias atravessar paredes, que conseguias voar! – atacou ele, pensando que me apanhara em falso.

– Sim, eu sei o que disse… disse aquilo que deduzi com base no que me tinha acontecido. Mas hoje sei que não foi bem assim. Hoje sei que, dessa vez, fui capaz de fazer tudo aquilo porque…

As 7 Cores de Oníris

SAGA DE FANTASIA - AVENTURA

A história de um mundo mágico

Coleção: As 7 Cores de Oníris

 

Num mundo habitado por 7 raças com cabelos de diferentes cores, está nas mãos dos homens a salvação dos deuses.

Uma obra de literatura fantástica que, a par da componente de ação e aventura, nos faz refletir sobre o nosso mundo e a nossa relação com os outros.

Fantasia e aventura destinada a jovens e a adultos

Vol. I – As 7 Cores de Oníris – 2008
Vol. II – Oníris – O Grande desafio – 2009
Vol. III – Oníris – A Dádiva dos Deuses – 2010

As 7 Cores de Oníris – A Grande Aventura (banda desenhada)

Coleção: As 7 Cores de Oníris

 
Saga de Oníris – trilogia de literatura fantástica para jovens e adultos.

A narrativa passa-se em Oníris, um mundo habitado por sete raças humanas, criadas pelos Íris (os sete jovens deuses gémeos) à sua imagem e semelhança, raças que se distinguem pela cor dos seus cabelos e por muito mais do que isso.

Porque os humanos não se conseguiram entender, Oníris foi dividido em grandes territórios e as raças separadas de acordo com a cor dos seus cabelos.

Porque os Íris não cuidaram do mundo que lhes foi oferecido, foram castigados, aprisionados pelo seu próprio pai.

Está na mão dos Homens a chave que tornará Oníris de novo uno e permitirá a libertação dos deuses. Mas, para isso, representantes das sete raças terão de se entender, ultrapassar montanhas, superar as provas que Deo determinar… E os deuses estão atentos, e tomam partido.

Seis jovens de diferentes raças, unidos pela amizade, enfrentam perigos e obstáculos para superar o grande desafio e trazer de novo a unidade ao seu mundo.

Uma história mágica, que, além da componente de ação e aventura, nos fala de pessoas, dos sentimentos que as unem, da forma com reagem às dificuldades… Talvez por isso, tem sido acarinhada por leitores de todas as idades.

  • Gostava de um dia poder adormecer e acordar em Oníris, e viver todas as suas aventuras (Francisco – Braga)
  • Eu passo tanto tempo com os 3 livros atrás de mim que a minha mãe diz que parece que são meus filhos, e ninguém pode tocar neles sem eu dar autorização, eu adoro-os apesar de serem livros marcaram muito a minha vida porque passei a ver as coisas de maneira diferente! (Inês Margarida – 15 anos)
  • Devo dizer que há imensos autores de livros fantásticos com historias absolutamente extraordinárias, cada um à sua maneira, mas até hoje nenhum outro me tocou e fascinou como os seus três livros (Andreia Vaz).
  • Só lhe quero agradecer do fundo do meu coração por ter criado Oníris, as 7 raças e as personagens (Inês Margarida – 15 anos).
  • Você salvou-me, porque já tinha desistido da leitura, muito OBRIGADO, mesmo. Uma das razões de eu gostar de ser portuguesa é porque se não fosse, nunca tinha lido os 3 livros mais importantes da minha vida! (Inês Margarida – 15 anos)
  • Por causa de ti/você, sou hoje aos 24 anos adepto de leitura “fantástica” (Pesco)
  • Quando entro no mundo mágico, volto aos meus dez e onze anos. (…) Hoje, ao ler “As 7 cores de Oníris” verifico que a Criança que eu era, continua em mim (Dulce Pacheco).
  • Livro de fácil leitura, com partes alegre, outras dramáticas, fazendo comover as pessoas mais sensíveis. – Rute do Carmo Alves Pires Veiga (comentando Oníris – A Dádiva dos Deuses)
  • Estou a adorar 🙂 por um lado só quero é ler mais, por outro lado quero “poupar” o que ainda há por ler, já com pena de se acabar (Leonor, comentando As 7 Cores de Oníris)
    Fez-me sonhar!
  • Recomendo a todos os jovens mas também a todos os sonhadores! Ana Sofia, comentando As 7 Cores de Oníris)

Os deuses estão atentos e tomam partido…

As 7 Cores de Oníris

Em resposta à Guerra, uma cadeia montanhosa praticamente intransponível divide Oníris em sete partes, separando as sete raças humanas por cada um dos novos territórios. Reza a lenda que representantes das diferentes raças terão agora de se unir, ultrapassando as suas diferenças, para conseguir superar as provas de Deo – o deus criador – e recuperar a harmonia e a unidade do seu mundo.
Bigo, Seara, Norma, Kanel e os gémeos Lyra e Aryl, nas suas aventuras, transportam-nos através de Oníris e dão-nos a conhecer as origens e as histórias deste mundo singular. Mas o grupo não poderá vencer o grande desafio enquanto elementos das sete raças não trabalharem juntos para o mesmo objetivo, e há forças que se movem para lhes dificultar essa tarefa. Os deuses estão atentos e tomam partido…

As 7 Cores de Oníris

de Rita Vilela
 
Vol. I – Coleção:  As 7 Cores de Oníris   
  • ISBN: 9789895553594
  • Edição ou reimpressão: 2008
  • Editor: Oficina do Livro
  • Idioma: Português
  • Páginas: 284

primeiros capítulos

Excerto

Os deuses discutiam, e Oníris agitava-se com as suas palavras.

Uma voz fez-se ouvir acima dos trovões:

– Dea, interferiste na minha prova, agora tu, os teus filhos e as suas criaturas sofrerão a minha ira…

Uma voz intensa, suplicante, respondeu:

– Olha para eles! Eles fizeram tudo, eles conseguiram praticamente sozinhos, eles merecem vencer. Reconhece-o, liberta os teus filhos, cumpre a tua palavra.

No chão, aos seus pés, sete seres humanos apresentando cabelos de variadas cores, jaziam inanimados, alheios à importância do que estava agora a ser decidido.

– Vamos rever o que se passou, para que percebas que não tens razão, e aceites a tua derrota.

Superar as provas, tornar Oníris de novo um só.

Oníris – O Grande Desafio

O destino de Oníris está nas mãos dos Homens.

Reza a lenda que representantes das diferentes raças terão de cooperar entre si, ultrapassando as suas diferenças, para alcançar o território proibido, superar as provas de Deo e libertar os Íris do seu cativeiro.

Neste segundo volume, Bigo, Seara, Norma, Kanel e os gémeos Lyra e Aryl foram separados e privados das suas recordações. Terão agora de se reencontrar e, enfrentando perigos e obstáculos, concluir a missão que ficou pendente, tornando a lenda uma realidade.

E, desta vez, não poderão contar com a ajuda da Deusa.

Oníris – O Grande Desafio

de Rita Vilela
 
Vol. II – Coleção:  As 7 Cores de Oníris   
  • ISBN: 9789895554508
  • Edição ou reimpressão: 2009
  • Editor: Oficina do Livro
  • Idioma: Português
  • Páginas: 314

primeiros capítulos

Excerto

Uma chuva de Verão lavou a terra enquanto o sol brilhava, e a anciã de cabelos roxos pôde confirmar os seus piores receios.

Sobre a sua cabeça, um arco-íris diferente ganhou forma e, por trás dos círculos das sete cores, um novo círculo de luz branca iluminou o céu.

Não havia dúvida sobre o significado desta alteração, a Deusa partilhava agora, com os filhos, um lugar na prisão celeste.

Desta vez o grupo não poderia contar com a ajuda Dela. Teriam de cumprir a sua missão sozinhos, utilizando apenas os seus recursos…

Diz a profecia: dois irmãos governarão Oníris e o seu reinado trará de novo a paz.

Oníris – A Dádiva dos Deuses

Oníris mudou, voltou a ser um só, caíram as barreiras…

Mas as sete raças humanas ainda não estão preparadas para viver juntas. Lutas, conflitos e disputas de poder marcam a nova realidade.

Diz a profecia que dois irmãos irão governar Oníris. De noite e de dia, na sombra e na luz, eles conseguem equilíbrio onde domina o caos, e o seu reinado trará de novo a paz.

Bigo, Seara, Norma, Kanel e os gémeos Lyra e Aryl, na companhia de Erik e da jovem Suci, têm agora de enfrentar novos desafios. Está nas suas mãos garantir a segurança dos futuros governantes, para que a profecia seja cumprida e a paz regresse.

 

Oníris – A Dádiva dos Deuses

de Rita Vilela
 
Vol. III – Coleção:  As 7 Cores de Oníris   
  • ISBN: 9789895555109
  • Edição ou reimpressão: 2010
  • Editor: Oficina do Livro
  • Idioma: Português
  • Páginas: 336

primeiros capítulos

Excerto

– A Oráculo já revelou a profecia?

Um aceno afirmativo de cabeça deu-lhe a resposta que ela mais temia.

“Cheguei tarde de mais”, pensou, desanimada, apoiando a cabeça entre as mãos suadas. “Ela não podia ter feito isso! Não podia ter revelado o segredo! Não tinha esse direito! Esta revelação põe em risco a vida dos dois irmãos. A ambição, a sede de poder, motivarão muitos a intervir…“

Esquecendo por momentos a existência da multidão à sua volta, deixou que a sua voz se elevasse num lamento.

– Se ao menos eu tivesse chegado um pouco antes – Abanou a cabeça, repetindo, consternada – Ela não podia ter feito isso!

A banda desenhada de As 7 Cores de Oníris 

As 7 Cores de Oníris – A Grande Aventura

de Rita Vilela (texto) Mitsu (ilustração) e Led (cor)
 
  • ISBN: 9789892800790
  • Edição ou reimpressão: 2014
  • Editor: Arcádia
  • Idioma: Português
  • Dimensões: 155 x 205 x 7 mm
  • Encadernação: Capa mole
  • Páginas: 176

Trata-se de uma adaptação a BD do início da saga de Oníris, com ilustração de Mitsu e cor de Led.

As 7 Cores de Oníris – A Grande Aventura

No mundo de Oníris, as sete raças humanas criadas pelos deuses foram separadas por cadeias montanhosas.

Diz a lenda: se representantes das sete raças se conseguirem entender, ultrapassar montanhas, superar provas, Oníris voltará a ser um só.

Seis jovens com cabelos de diferentes cores, unidos pela amizade, partirão à descoberta daquilo que se esconde do outro lado da barreira de pedra? a grande aventura está prestes a começar.